Me remete à magia.
‎"Não se preocupe, não tenha pressa. O que é seu encontrará um caminho para chegar até você. Deus não demora, ele capricha". ☁ Ela voava alto, acima das nuvens, quase na galáxia, e no entanto continuava pé no chão. Ela perdia a sanidade, mas não as rédeas. Ela queria ser presa, mas sem precisar abrir mão da liberdade que sentia. Eu sei, e ela também. Ela é contradição.
(Velha Melodia)
☁ Tatiane, 19 anos, futura bióloga, amando ...
pirata(s) bebendo Rum
piratas já deram uma volta no meu navio
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26/05/2012 @ 19:01 com 298 notes
26/05/2012 @ 18:58 com 1,109 notes
Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão? Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar, ficou deitado e viu que horas eram. Enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade, como eles disseram. Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer e conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer. Foi um carinha do cursinho do Eduardo que disse: “Tem uma festa legal e a gente quer se divertir”. Festa estranha, com gente esquisita, “Eu não estou legal, não aguento mais birita”. E a Mônica riu e quis saber um pouco mais sobre o boyzinho que tentava impressionar, e o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa. “É quase duas, eu vou me ferrar”. Eduardo e Mônica trocaram telefone, depois telefonaram e decidiram se encontrar. O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver o filme do Godard… Se encontraram então no parque da cidade. A Mônica de moto e o Eduardo de camelo. O Eduardo achou estranho e melhor não comentar, mas a menina tinha tinta no cabelo. Eduardo e Mônica eram nada parecidos: ela era de Leão e ele tinha dezesseis. Ela fazia Medicina e falava alemão, e ele ainda nas aulinhas de inglês. Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, de Van Gogh e dos Mutantes, do Caetano e de Rimbaud. E o Eduardo gostava de novela e jogava futebol-de-botão com seu avô. Ela falava coisas sobre o Planalto Central, também magia e meditação. E o Eduardo ainda estava no esquema “escola, cinema, clube, televisão”. E mesmo com tudo diferente veio mesmo, de repente, uma vontade de se ver. E os dois se encontravam todo dia e a vontade crescia, como tinha de ser (…) Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro e artesanato e foram viajar. A Mônica explicava pro Eduardo coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar. Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer e decidiu trabalhar, e ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular. E os dois comemoraram juntos e também brigaram juntos, muitas vezes depois. E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa, que nem feijão com arroz. Construíram uma casa uns dois anos atrás, mais ou menos quando os gêmeos vieram. Batalharam grana e seguraram legal a barra mais pesada que tiveram. Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília e a nossa amizade dá saudade no verão. Só que nessas férias não vão viajar, porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação… E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?” Eduardo e Mônica by Legião Urbana.
26/05/2012 @ 18:58 com 2,291 notes
26/05/2012 @ 18:52 com 11,786 notes
26/05/2012 @ 18:38 com 1 note
26/05/2012 @ 18:02 com 0 notes
26/05/2012 @ 15:00 com 43 notes
ideologiapoetica:

Ainda não me curei dessa doença de achar que nós dois somos pra sempre, apesar de tudo. E sigo achando que te amo com tudo isso que você é e com todo o resto que eu ainda não descobri; também te odeio, te desejo, te quero em outro planeta - desde que longe de mim. Eu sei que já dei muitos pontos finais nisso, e quem diria, eles acabaram se tornando reticências. A saga continua todos os dias e termina todas as noites. Linhas e mais linhas se acrescentam, pois meus dedos tem uma vontade incontida de se declarar, é automático, vicioso, é anormal e só pra ti.Nada me livra dessa libertinagem que é te amar, nada me rouba desse sentimento que nem sei o que é, isso se for alguma coisa. Ou talvez, eu precise tanto de amor que me prendo ao velho, só pra não ficar sem, com o peito abanando. Desperdício, ilusão, também, mas eu estou tão incerta, que negar qualquer hipótese pode ser absurdo. Mesmo que eu não me entregue por inteira a nenhuma tentativa; mesmo que eu não use todas as armas, exponha todas as cartas, eu tento. E sabe quando você chuta o balde e a única coisa que acontece é a dor no seu pé? Foi isso que me aconteceu. Tentar te manter longe só te manteve mais perto, o esforço valeu pela presença, a fuga escancarou a sua ausência. E quando minhas outras dores começam a latejar, surge você e a dor que você causou consegue ser mais forte, tudo porque, um dia, você já foi a cura. Sou covarde, e fujo de todos os caras que querem me roubar de você; não importa com quantas você saia e com quantas esqueça da minha existência, eu não quero te deixar. Sou covarde pra fazer parte do teu passado e te ver como uma cicatriz, o cara que eu nunca esqueci, mas que me fez aprender coisas, superar outras. Tenho medo de você realmente me esquecer e de eu não pensar em você por uns dias; medo da nossa música não me tocar mais, medo de não sentir sua falta. A alegria que me resta, é de saber que de algum modo, ainda hoje, te marquei. Que em algum momento, eu fui importante e especial, que foi amor; isso anestesia um pouco. Me dá pavor pensar em começar alguma história sem você, então eu pego a folha em branco, aponto o lápis e só consigo escrever teu nome, tamanha vontade de te ver lá na frente, de qualquer jeito. E me conformo, depois não aceito, porque eu nunca fui desse tipo acomodado, que não reclama e nem protesta. Já que nunca aceitei a vida como ela é, considerando-a uma tela inacabada, que precisa de ajustes, pinceladas. Não me desce a ideia de aceitar as coisas como elas são; não aceito inércia, não aceito e também não me acomodo. Eu não sou daquelas que vive bem só com o coração batendo, sem loucuras repentinas, um pensamento bobo, um amor que trucida as veias. Tentei seguir o tempo, já que esse não para, mas estagnei. Você parou em mim e eu sou fraca por não conseguir nenhuma mudança, deixando isso bruto, sem lapidar, sem buscar resultados melhores. Parei de mover as cartas, desisti de fazer diferente. Eu cansei, já que nada saia do jeito como eu queria, passei a não querer mais nada. Parei de me importar, porque quem se importa, faz algo, e não apenas diz se importar, como põe ação na história e desenvolve com seus atos. E eu não fiz isso. Comprei passagens pra fugir e nunca fiquei longe dos seus olhos, jamais decolei. Me segurei nessa muleta, e depois de atirar nos meus pés, impedi a mim mesma de fugir. Trapaceei com a minha liberdade, e me fiz de sua, como se ainda fosse. Fiz malas que seguem intocadas, não cortei o cordão umbilical, nem a corda pra içar meu barco. Te deixar de vez é a minha missão impossível. Você é daquele tipo de pessoa que em mim é capaz de deixar rupturas que linha nenhuma costura, deixa  marcas que não saem por mais que se esfregue. Ainda vou ser obrigada a te tirar de mim a fórceps, e vai ficar tudo bem eu acho. Só entro em pânico ao pensar que a vida vai realmente seguir, pra ambos, e que você vai me esquecer e eu vou parar de lembrar de ti. É impossível isso não doer. Mas espera, não se assuste que eu já provei: sou moça forte, do coração valente, com lágrimas puras e um sorriso, o sobrevivente. E pode deixar que eu sei: é só um machucado no joelho, e não uma perna quebrada. Eu ainda posso continuar. O pior problema, deve ser que eu te amo, e não importa o idioma, ou a intensidade, vai ser sempre amor, mesmo que mude.Ideologia Poética 

ideologiapoetica:

Ainda não me curei dessa doença de achar que nós dois somos pra sempre, apesar de tudo. E sigo achando que te amo com tudo isso que você é e com todo o resto que eu ainda não descobri; também te odeio, te desejo, te quero em outro planeta - desde que longe de mim. Eu sei que já dei muitos pontos finais nisso, e quem diria, eles acabaram se tornando reticências. A saga continua todos os dias e termina todas as noites. Linhas e mais linhas se acrescentam, pois meus dedos tem uma vontade incontida de se declarar, é automático, vicioso, é anormal e só pra ti.Nada me livra dessa libertinagem que é te amar, nada me rouba desse sentimento que nem sei o que é, isso se for alguma coisa. Ou talvez, eu precise tanto de amor que me prendo ao velho, só pra não ficar sem, com o peito abanando. Desperdício, ilusão, também, mas eu estou tão incerta, que negar qualquer hipótese pode ser absurdo. Mesmo que eu não me entregue por inteira a nenhuma tentativa; mesmo que eu não use todas as armas, exponha todas as cartas, eu tento. E sabe quando você chuta o balde e a única coisa que acontece é a dor no seu pé? Foi isso que me aconteceu. Tentar te manter longe só te manteve mais perto, o esforço valeu pela presença, a fuga escancarou a sua ausência. E quando minhas outras dores começam a latejar, surge você e a dor que você causou consegue ser mais forte, tudo porque, um dia, você já foi a cura. Sou covarde, e fujo de todos os caras que querem me roubar de você; não importa com quantas você saia e com quantas esqueça da minha existência, eu não quero te deixar. Sou covarde pra fazer parte do teu passado e te ver como uma cicatriz, o cara que eu nunca esqueci, mas que me fez aprender coisas, superar outras. Tenho medo de você realmente me esquecer e de eu não pensar em você por uns dias; medo da nossa música não me tocar mais, medo de não sentir sua falta. A alegria que me resta, é de saber que de algum modo, ainda hoje, te marquei. Que em algum momento, eu fui importante e especial, que foi amor; isso anestesia um pouco. Me dá pavor pensar em começar alguma história sem você, então eu pego a folha em branco, aponto o lápis e só consigo escrever teu nome, tamanha vontade de te ver lá na frente, de qualquer jeito. E me conformo, depois não aceito, porque eu nunca fui desse tipo acomodado, que não reclama e nem protesta. Já que nunca aceitei a vida como ela é, considerando-a uma tela inacabada, que precisa de ajustes, pinceladas. Não me desce a ideia de aceitar as coisas como elas são; não aceito inércia, não aceito e também não me acomodo. Eu não sou daquelas que vive bem só com o coração batendo, sem loucuras repentinas, um pensamento bobo, um amor que trucida as veias. Tentei seguir o tempo, já que esse não para, mas estagnei. Você parou em mim e eu sou fraca por não conseguir nenhuma mudança, deixando isso bruto, sem lapidar, sem buscar resultados melhores. Parei de mover as cartas, desisti de fazer diferente. Eu cansei, já que nada saia do jeito como eu queria, passei a não querer mais nada. Parei de me importar, porque quem se importa, faz algo, e não apenas diz se importar, como põe ação na história e desenvolve com seus atos. E eu não fiz isso. Comprei passagens pra fugir e nunca fiquei longe dos seus olhos, jamais decolei. Me segurei nessa muleta, e depois de atirar nos meus pés, impedi a mim mesma de fugir. Trapaceei com a minha liberdade, e me fiz de sua, como se ainda fosse. Fiz malas que seguem intocadas, não cortei o cordão umbilical, nem a corda pra içar meu barco. Te deixar de vez é a minha missão impossível. Você é daquele tipo de pessoa que em mim é capaz de deixar rupturas que linha nenhuma costura, deixa  marcas que não saem por mais que se esfregue. Ainda vou ser obrigada a te tirar de mim a fórceps, e vai ficar tudo bem eu acho. Só entro em pânico ao pensar que a vida vai realmente seguir, pra ambos, e que você vai me esquecer e eu vou parar de lembrar de ti. É impossível isso não doer. Mas espera, não se assuste que eu já provei: sou moça forte, do coração valente, com lágrimas puras e um sorriso, o sobrevivente. E pode deixar que eu sei: é só um machucado no joelho, e não uma perna quebrada. Eu ainda posso continuar. O pior problema, deve ser que eu te amo, e não importa o idioma, ou a intensidade, vai ser sempre amor, mesmo que mude.Ideologia Poética 

26/05/2012 @ 14:57 com 45 notes
nada-apreciada:

“Me encontre. Não importa o horário, mas me encontre e me leve para o seu cantinho. É sério amor, não aguento mais esse frio congelando o meu corpo, não aguento mais ficar longe do teu abraço. Não importa o lugar, me deixe ficar do seu lado. Sei que também sentes muito frio, se junte à mim. Não se acanhe, vamos nos esquentar. Já não há mais impedimentos, estou livre para te dar todos os beijos que recusei te dar. Estou louca para sentir suas carícias e ouvir suas safadezas no meu ouvido bem baixinho. Desejo que você me enlouqueça, me faça ficar arrepiada como ninguém jamais fez. Não quero mais escapar desse seu jeito, não quero fazer você ser mais um na minha vida. Eu quero que você seja único, o homem da minha vida. O meu homem, só meu. Vamos deixar o que nos aconteceu de ruim, de uma vez por todas, morto no passado. E não tenha medo de se perder de mim, pois não soltarei sua mão por nada nesse mundo, e o que depender de mim, serei só sua… Da cabeça até os pés.” - Mariana (nada-apreciada)

nada-apreciada:

Me encontre. Não importa o horário, mas me encontre e me leve para o seu cantinho. É sério amor, não aguento mais esse frio congelando o meu corpo, não aguento mais ficar longe do teu abraço. Não importa o lugar, me deixe ficar do seu lado. Sei que também sentes muito frio, se junte à mim. Não se acanhe, vamos nos esquentar. Já não há mais impedimentos, estou livre para te dar todos os beijos que recusei te dar. Estou louca para sentir suas carícias e ouvir suas safadezas no meu ouvido bem baixinho. Desejo que você me enlouqueça, me faça ficar arrepiada como ninguém jamais fez. Não quero mais escapar desse seu jeito, não quero fazer você ser mais um na minha vida. Eu quero que você seja único, o homem da minha vida. O meu homem, só meu. Vamos deixar o que nos aconteceu de ruim, de uma vez por todas, morto no passado. E não tenha medo de se perder de mim, pois não soltarei sua mão por nada nesse mundo, e o que depender de mim, serei só sua… Da cabeça até os pés.” - Mariana (nada-apreciada)

‎A sua irritação não solucionará problema algum. As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas. Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida. A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos. O seu desânimo não edificará ninguém.
As suas lágrimas NÃO SUBSTITUEM o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade. As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia. Aprenda a sabedoria divina!
— ~ Chico Xavie
26/05/2012 @ 14:55 com 0 notes
Tudo passa. Chico Xavier costumava ter em cima de sua cama uma placa escrita: Isso também passa! Então perguntaram a ele o porquê disso, ele disse que era para que quando estivesse passando por momentos ruins, se lembrar de que eles iriam embora, que iriam passar, e que ele estava vivendo isso por algum motivo. Mas essa placa também era para lembrá-lo de que quando estivesse muito feliz, não deveria deixar tudo para trás e se deixar levar, porque esses momentos também iriam passar e momentos difíceis viriam novamente. É exatamente disso que a vida é feita, momentos. Momentos que temos que passar, sendo bons ou não, para o nosso próprio aprendizado. Nunca esquecendo do mais importante: nada nessa vida é por acaso.
Diário de Chico Xavier   (via ruadasaudade)
26/05/2012 @ 14:49 com 660 notes
E quando eu percebi, eu era feliz. Naquele instante, ri como uma criança faz ao saborear a delicia da própria travessura. Ser feliz é a melhor arte que podemos nos flagrar aprontando. Quando estamos relaxados fica mais fácil sentir que a alegria não vem só do brinquedo: Começa em quem brinca. Nós, adultos, nos esquecemos que a felicidade já é. Que está disponível mesmo quando não conseguimos acessá-la. Que mora nas coisas mais simples do mundo. Essas aqui, bem próximas do nosso alcance.
Ana Jácomo.  (via ruadasaudade)
26/05/2012 @ 14:46 com 403 notes
No fundo, mesmo lendo tanto, pensando tanto e filosofando tanto, a gente gosta mesmo é de quem é simples e feliz. A gente não se apaixona por quem vive reclamando e amassando jornais contra a parede. A gente se apaixona por esses tipinhos banais que vivem rindo. E a gente se pergunta: que é que ele tem que brilha tanto? Que é que ele tem que quando chega ofusca todo o resto?
Tati Bernardi  (via ruadasaudade)
26/05/2012 @ 14:44 com 13,804 notes
Carrego saudade nos olhos. Fica tudo visível a quem sabe me ler. Se fizeres pouco caso, logo ela desaba. Vira lágrima, seca e fria. É assim, oculto. Só os leitores bom de almas, sabem decifrar minha saudade por trás de olhos escuros, e sorrisos vorazes que nada servem pra estes.
São leitores de almas, leitores de olhares, de lágrimas.
Sou desse tipo de gente.Aprendi com o tempo a ser assim. Ele me ensinou a ser fugaz, e ler olhares fúmidos, através de palavras frívolas e maquiadoras. Basta um deles. Um que atravessa a alma. Que decodifica toda dor, e qualquer saudade. A pessoa sente-se nua. Isso me faz bem, pois não existem mentiras que se elucidam nesse meio. Afinal, os olhos não mentem, e bons leitores leem até cegos.
26/05/2012 @ 14:32 com 39 notes
26/05/2012 @ 14:22 com 8,938 notes
A solidão de ser só dois. ♫
26/05/2012 @ 14:22 com 0 notes
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SILENCIAR
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